Vitamina D
A deficiência de vitamina D é uma das mais comuns no Brasil. Dosagem, reposição dirigida e monitoramento para atingir níveis ótimos.
Sobre o tratamento.
A vitamina D é um hormônio essencial para saúde óssea, imunidade, humor, função muscular e metabolismo. Apesar de o Brasil ser um país tropical, a deficiência de vitamina D atinge mais de 60% da população, mesmo em regiões ensolaradas.
Os sintomas de deficiência incluem: fadiga, dores musculares e articulares, fraqueza, queda de imunidade (infecções recorrentes), alterações de humor e dificuldade de concentração. Em casos crônicos, contribui para osteopenia e osteoporose.
A dosagem é feita pelo exame de 25-hidroxivitamina D (25-OH-D). Valores abaixo de 20 ng/mL indicam deficiência. Entre 20 e 30 é insuficiência. O nível ótimo fica entre 40 e 60 ng/mL.
Para quem é indicado.
- 01Pessoas com fadiga, dores musculares ou fraqueza sem causa aparente
- 02Pacientes com infecções recorrentes ou baixa imunidade
- 03Mulheres na menopausa com risco de osteoporose
- 04Pessoas que trabalham em ambientes fechados com pouca exposição solar
- 05Pacientes com doenças autoimunes em acompanhamento
O processo.
Dosagem de 25-OH-vitamina D com avaliação do nível atual. Cálcio, PTH e fosfatase alcalina podem ser solicitados para avaliar metabolismo ósseo.
A reposição é calculada conforme o grau de deficiência: doses de ataque para deficiências severas, seguidas de dose de manutenção. A via pode ser oral (gotas ou cápsulas) com frequência diária, semanal ou mensal.
Controle em 60 a 90 dias com nova dosagem. O objetivo é atingir e manter níveis entre 40 e 60 ng/mL. A dose de manutenção é ajustada conforme o resultado.
O cuidado do Dr. Diego neste tratamento.
Dose calculada individualmente, não valor padrão para todos
O cálculo considera o nível atual, peso e gravidade da deficiência. Não existe dose única.
Meta de nível ótimo (40-60 ng/mL), não apenas suficiente
O objetivo é níveis associados ao melhor funcionamento metabólico e imunológico.
Avaliação do metabolismo do cálcio associada
PTH, cálcio e fosfatase alcalina avaliam o impacto da deficiência nos ossos.
Monitoramento para evitar excesso (toxicidade)
Vitamina D em excesso é tóxica. O acompanhamento garante reposição segura.
Sobre este tratamento.
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